A fé emocional está destruindo a espiritualidade de uma geração.
E quase ninguém percebe.
Hoje, muitos acreditam que estar "cheio do Espírito", é o mesmo que estar arrepiado, emocionado ou chorando no culto.
Mas será que isso é fé de verdade?
A maioria acha que:
Sentir a presença = ter fé.
Se emocionar = estar firme com Deus.
Se arrepiar = estar em comunhão.
Na realidade:
Emoção não é conversão.
Arrepio não é arrependimento.
Choro não é transformação.
O problema é que criaram uma geração viciada em experiências.
Uma fé rasa, que só funciona se houver:
Música tocante.
Pregador animado.
Atmosfera carregada de estímulo.
Sem isso? A fé desaba.
O verdadeiro inimigo aqui é:
O evangelho sensorial.
O culto centrado na emoção.
A fé baseada em sentimentos.
Essa fé não se sustenta na dor.
Não sobrevive ao silêncio de Deus.
A fé que permanece em pé não depende de arrepio.
Ela depende de convicção.
Enquanto muitos querem "sentir Deus", os verdadeiros permanecem mesmo quando não sentem nada.
Quem vive pela emoção se afasta na tempestade.
Quem vive pela fé permanece até o fim.
A maturidade espiritual começa quando você continua crendo, mesmo sem sentir.
Davi se sentiu abandonado, mas confiou.
Paulo apanhou, foi preso, mas permaneceu firme.
Jesus, no Getsêmani, não sentiu alívio — mas obedeceu.
Eles não estavam "no clima".
Eles estavam no propósito.
Quer crescer de verdade na fé?
Então pare de buscar sensações...
E comece a buscar raízes.
Estude a Palavra.
Ore em silêncio.
Obedeça mesmo sem vontade.


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