Enquanto o pastor apenas acolhe, sorri, abraça, incentiva e diz palavras que confortam, quase todos o consideram uma excelente pessoa.
Mas a percepção muda quando ele precisa exercer o chamado que Deus lhe confiou.
O verdadeiro pastor não foi chamado apenas para consolar. Foi chamado também para corrigir, exortar, advertir e conduzir o rebanho pelos caminhos da verdade.
É fácil amar um pastor que nunca confronta.
Difícil é aceitar um pastor que, por amor, mostra aquilo que precisamos mudar.
A Bíblia diz:
“Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama.”
Provérbios 27:5-6
Quem ama apenas elogia.
Quem ama de verdade também corrige.
Assim como um médico responsável não esconde um diagnóstico para agradar o paciente, um pastor fiel não pode esconder a verdade para preservar sua popularidade.
É claro que toda correção deve ser feita com amor, humildade e mansidão. O objetivo nunca é humilhar alguém, mas restaurá-lo.
A disciplina pode ser dolorosa por um momento, mas produz crescimento espiritual. Permanecer sem correção parece mais confortável, porém pode levar à estagnação e até ao afastamento de Deus.
Por isso, antes de se ofender com uma palavra pastoral, faça uma pergunta ao seu coração:
“O que foi dito é mentira… ou é exatamente a verdade que eu precisava ouvir?”
Um pastor que somente agrada pode conquistar aplausos.
Mas um pastor que ama prefere correr o risco de ser mal compreendido a deixar uma ovelha caminhar para o erro.
Porque o verdadeiro pastor não trabalha para ser o mais popular.
Ele trabalha para apresentar suas ovelhas maduras diante de Cristo.







